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O que era antigo se tornou novo: os agentes de IA
por Heitor Trebien

O que era antigo se tornou novo: os agentes de IA

Os agentes de IA estarão presentes em nossas vidas nas mais variadas atividades, representando o futuro da tecnologia e da humanidade

Redator: Heitor Augusto Colli Trebien

Os agentes de IA, antigamente, indicavam os códigos e as ferramentas utilizados para atingir determinado objetivo. Suas principais aplicações eram os chatbots e os robôs conversacionais com sensores, como a Alexa. Assim, o agente pode ser um software ou uma entidade física. 

Atualmente, o sentido é praticamente o mesmo, mas começou a receber ampliações. Isso se dá pela capacidade conversacional apoiada por IA. A proposta é que os agentes de IA possam conversar entre si, gerando uma comunicação máquina-máquina. 

Sua assistência também se ampliou para atividades mais complexas, como auxílio e orientação médica, agendamento de reuniões, engajamento com a marca, e mesmo ensino de outras línguas, e a a sua utilidade não para por aí. 

Qualquer atividade que envolva conversação e inteligência artificial pode ter a presença de agentes de IA para otimizar o trabalho. Veja nosso agente de IA para entender como eles funcionam:

Para mais informações, entre em contato.

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Referência da imagem da capa

Fonte: imagem gerada pelo redator por meio do chatGPT e Dall-e.


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